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	<title>Língua Ferina</title>
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	<description>Blog mantido por Cristiano Cardoso Gomes com crônicas sobre diferentes temáticas do cotidiano e análise a fatos corriqueiros</description>
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		<title>A Patrocinadora</title>
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		<pubDate>Thu, 26 May 2011 17:04:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>linguaferina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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		<description><![CDATA[Daqui a alguns anos sediaremos a copa do mundo e os turistas ficarão ávidos em conhecer nossas belezas naturais. Tanto os turistas como nós no cotidiano, desejamos utilizar os orelhões, contudo às vezes ocorrem emergências e um orelhão seria a forma de poder avisar ou chamar pessoas ou serviços. Orelhão público é um direito do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=linguaferina.wordpress.com&amp;blog=4562341&amp;post=102&amp;subd=linguaferina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Daqui a alguns anos sediaremos a copa do mundo e os turistas ficarão ávidos em conhecer nossas belezas naturais. Tanto os turistas como nós no cotidiano, desejamos utilizar os orelhões, contudo às vezes ocorrem emergências e um orelhão seria a forma de poder avisar ou chamar pessoas ou serviços. Orelhão público é um direito do cidadão e um dever das operadoras de telecomunicação ao serem concedidas em explorar essa natureza de serviço.</p>
<p>Hoje em Itapissuma (litoral norte) em local comumente utilizado por turistas  fiz uma via cruzes, ou seria uma saga em busca de um orelhão, vamos aos fatos:</p>
<p>1º orelhão &#8211; O visor apresentava códigos não legíveis e apesar de existir sinal,  mesmo tentando ligar a cobrar não funcionava;</p>
<p>2º &#8211; Não dava sinal algum, é como se estivesse desligado. Acho que não pagaram a conta;</p>
<p>3º &#8211; Não dava sinal algum, é como se estivesse desligado. Acho que não pagaram a conta;</p>
<p>4º &#8211; Dava sinal, porém o caia a todo instante e mesmo assim não reconhecia os cartões telefônicos;</p>
<p>5º &#8211; Simplesmente o fone foi levado;</p>
<p>6º &#8211; A parte do sistema de escuta foi levando ficando o gancho telefônico vazio;</p>
<p>7º &#8211; Não dava sinal algum, é como se estivesse desligado. Acho que não pagaram a conta;</p>
<p>8º &#8211; Não dava sinal algum, é como se estivesse desligado. Acho que não pagaram a conta;</p>
<p>9º &#8211; Necessitei virar um homem elástico para poder usar, haja vista que o mesmo estava limitado por uma fileira de carrinhos de compra e um gradil no supermercado que o dispunha. Meu esforço, contudo foi em vão, pois não dava sinal algum, é como se estivesse desligado. Acho que não pagaram a conta.</p>
<p>O Litoral Norte de Pernambuco, um é local muito freqüentado por turistas e veranistas, um desses ambientes de roteiros  turísticos é a Ilha de Itamaracá. Antes de chegar lá, é comum os turistas pararem para ver o bucólico canal de Santa Cruz e degustarem a famosa caldeirada um prato da culinária regional feito com frutos dos mar.  Vale à pena sentir a brisa do canal de Santa Cruz, visitar o Forte Orange, a praia dos golfinhos e outras belezas que levaram Reginaldo Rossi a cantar Itamaracá é uma ilha encantada, mas nem  tanto.</p>
<p>Como chegar a dez orelhões ocasionaria um atentado ao orelhão e ocorreria o risco de ser internado ao lutar como se o mesmo fosse os acionistas da telefônica OI, decidi desistir de tentar.</p>
<p>Não quero nem comentar que boa parte dos aparelhos não tinha mais os números visíveis para discagem e que alguns podem ocasionar a  decapitação da orelha de quem usa. No dia que alguém vir um orelhão sendo limpo, por favor, envie-me um relato &#8211; pois, é um acontecimento digno de notificação histórica.</p>
<p>O pior é saber que o descaso com orelhões tem tomado o país, já há até quem balburdie para criação de movimento em defesa dos mesmos (Ver Manifesto a Valorização Financeira em http://linguaferina.wordpress.com/2010/08/10/orelha/).</p>
<p>Fico ainda na esperança que a empresa escolhida para ser a patrocinadora oficial da Copa do Mundo no Brasil, tenha vergonha na cara e faça manutenção dos orelhões públicos.</p>
<p>Clamo a Anatel que exerça seu papel de regulamentação e fiscalização dos serviços. Sonho que um promotor abra uma ação contra a falta de serviços da operadora.</p>
<p>Espero que o comitê da copa do mundo também inclua nos critérios de aptidão de patrocínio, empresas que prestem pelo menos um serviço de qualidade a sociedade, o que não é o caso da Oi.</p>
<p>Estou começando  a acreditar que o investimento da empresa no patrocínio para Copa do Mundo é grande demais, e está faltando recursos para manter os orelhões em funcionamento.</p>
<p>No mais, assim que eu comprar um caderno de matéria e encontrar um orelhão funcionando irei abrir nove processos para consertos desses telefones, mais um para o Orelhão do Departamento de Ciência Florestal na UFRPE e um para o Orelhão que fica em frente ao LAFEPE. Sim, já ia esquecendo o antigo Orelhão da Manoel Borba em Itapissuma que após sofrer com uma chuva torrencial foi ao chão, pastou e por fim foi eliminado.  Assim que eu conseguir esse feito posto uma nova crônica.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/linguaferina.wordpress.com/102/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/linguaferina.wordpress.com/102/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/linguaferina.wordpress.com/102/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/linguaferina.wordpress.com/102/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/linguaferina.wordpress.com/102/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/linguaferina.wordpress.com/102/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/linguaferina.wordpress.com/102/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/linguaferina.wordpress.com/102/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/linguaferina.wordpress.com/102/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/linguaferina.wordpress.com/102/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/linguaferina.wordpress.com/102/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/linguaferina.wordpress.com/102/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/linguaferina.wordpress.com/102/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/linguaferina.wordpress.com/102/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=linguaferina.wordpress.com&amp;blog=4562341&amp;post=102&amp;subd=linguaferina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Os números</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 00:01:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>linguaferina</dc:creator>
				<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>
		<category><![CDATA[número]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>

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		<description><![CDATA[Dados momentos e necessidades da vida nos tornam patéticos. Curioso é definir onde está o ponto de equilíbrio entre o engraçado e o patético. São os acontecimentos eleitorais que me leva a graus filosóficos nunca antes imaginados. Como engenheiro, sou amante do número, calculo tanto que nem controlo meu orçamento. Do contrário, fico deprimido em [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=linguaferina.wordpress.com&amp;blog=4562341&amp;post=98&amp;subd=linguaferina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dados momentos e necessidades da vida nos tornam patéticos. Curioso é definir onde está o ponto de equilíbrio entre o engraçado e o patético. São os acontecimentos eleitorais que me leva a graus filosóficos nunca antes imaginados.</p>
<p>Como engenheiro, sou amante do número, calculo tanto que nem controlo meu orçamento. Do contrário, fico deprimido em saber como será a minha aposentadoria bem como o que deixarei para as minhas herdeiras. Contudo, o meu passatempo predileto é calcular e observar.</p>
<p>As eleições e os números dos candidatos, nos faz entender a força de impacto dos números de rombo, 1,2,3 e tantas outras combinações matemáticas, e mesmo a pensar que grau de influência os números têm sobre o eleito. Esse inferno de número está criando subsídio para um eventual doutorado em matemática, pois, dadas lógicas necessitam de um tempo grandioso para ser observado.</p>
<p>Por outro lado, é o momento que a criatura vira número e o número torna-se criatura para alguns. Nas eleições anteriores percebi aqui em Pernambuco, que alguns candidatos tinham sido eleitos pela magia do número. Por exemplo, o número 12345 elege qualquer criatura, mesmo que esta não tenha proposta e não apareça no guia eleitoral.</p>
<p>O TRE deveria analisar isso com carinho, pois o povo está sendo contaminado pela assombração numeral, que acontece quando uma pessoa vai votar e esquece o número do candidato, aí então lá vão: 12345 ou 10000, esses mil é mais que especial.</p>
<p>Gostaria que fossem apenas os números que me levam a somar e tirar noves fora, perceber se são primos ou não, e entender a sonoridade dos mesmos, contudo, mais patético e ver um rosto rindo de mim a cada dois metros, e por quilômetros em dadas avenidas. Nunca imaginei que um dia teria que disputar a calçada com um retrato. Driblar ou ser acidentado por um retrato é demais. Outro dia desses, se não fosse minha atenção tinha tido o carro atingido por um retrato político voador que desesperado pelo voto, até voar voou. E mais desesperado estão algumas pessoas nos sinais, que até dançam ao ritmo dos jingles dos candidatos.</p>
<p>E aí CTTU, faixa de pedestre virou pista de dança? Fico imaginando eu velho, tentado passar no meio dos jovens animados, com medo da cotovelada do frevo que rasga. Porém, muito pior do que os números, são os sorrisos dos candidatos nas ruas e os jingles que ecoam um milhão de vezes em nossa porta, e que nos leva a cantar até para a oposição.</p>
<p>Sem falar dos comboios de motociclistas e suas bandeiras. Oh cruel e irreparável clímax eleitoral! Queria entender matematicamente e de forma exata, qual a valia desses instrumentos, pois, para mim o único efeito até agora é de enjoo numérico e o desejo de votar 0000.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/linguaferina.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/linguaferina.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/linguaferina.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/linguaferina.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/linguaferina.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/linguaferina.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/linguaferina.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/linguaferina.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/linguaferina.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/linguaferina.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/linguaferina.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/linguaferina.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/linguaferina.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/linguaferina.wordpress.com/98/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=linguaferina.wordpress.com&amp;blog=4562341&amp;post=98&amp;subd=linguaferina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A Sociedade, a Economia e a Floresta</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 22:58:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>linguaferina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Cristiano Cardoso Gomes* A estabilidade econômica e as oportunidades comerciais têm ampliado o crescimento do Brasil, o PIB tem crescido a dígitos cada vez maiores. As projeções e cenários e que haja um crescimento da economia de 6,7% ao ano (IBGE 2010). Crescendo a esse ritmo em duas décadas dobraremos nosso PIB. Por outro [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=linguaferina.wordpress.com&amp;blog=4562341&amp;post=94&amp;subd=linguaferina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Cristiano Cardoso Gomes*</em></p>
<p>A estabilidade econômica e as oportunidades comerciais têm ampliado o crescimento do Brasil, o PIB tem crescido a dígitos cada vez maiores. As projeções e cenários e que haja um crescimento da economia de 6,7% ao ano (IBGE 2010). Crescendo a esse ritmo em duas décadas dobraremos nosso PIB.</p>
<p>Por outro lado, a volutabilidade do país tem diminuído com a redução da divida externa, contudo, não se pode dizer que os acontecimentos econômicos externos não podem influenciar na nossa economia, haja vista que a exportação tem sido um dos canais de escoamento da produção.</p>
<p>O Programa Minha Casa Minha Vida, propõe financiar um milhão de casas, a indústria automotiva vendeu <strong>3,14 milhões</strong> de carros em 2009 e espera um crescimento de 18,9% em 2010. A indústria da construção civil tem vivido um boom de crescimento, assim como muitos outros setores da economia, além de que, a descoberta das resevas de petróleo do pré-sal põe o Estado em condições de ampliar o investimento e facilitar o crescimento.</p>
<p>Diante desse maravilhoso quadro para o presente e o futuro, estão os consumidores, os que adquiriram sua sonhada casa, realizaram a desejada reforma, a aquisição ou troca de carro. Tudo proveniente de oferta e participação de nossas florestas.</p>
<p>Como a floresta pode contribuir com um carro ou uma casa? Vejamos: O carro ― fabricado em chapas de aço ― necessita de lenha para os altos fornos, e carvão para o ferro-gusa que dá boa liga ao associar-se com o minério; Já a casa, teve seus tijolos e telhas queimados com lenha. Parte dessa lenha e carvão utilizados, veio do plantio e/ou de florestas manejadas ou mesmos de desmatamento.</p>
<p>Enquanto nos saciamos e a popularidade presidencial amplia ― as nossas florestas agonizam ― agoniza por serem usurpadas para gerar energia, matéria e produtos para diferentes seguimentos de consumo e produção.</p>
<p>Não tenho nenhum interesse de propor a parada do crescimento em função de que as florestas estão agonizando, agonizam por causa de uma sociedade que não teve oportunidade de acessar os bens historicamente desejados. Quero apenas registrar que não há desenvolvimento sem floresta, e da forma como vai, corre o risco de ficar sem elas.</p>
<p>Por traz da necessidade de crescimento é importante planejar, estimular e criar políticas que ampliem a oferta de bens florestais para suprir as necessidades de crescimento, e que o uso de lenha e carvão, não seja caracterizado como tecnologias caducas e ultrapassadas, mas, como bens renováveis e sustentáveis.</p>
<p>O crescimento da economia permite investimentos na educação e na cultura, proporciona lazer e bem estar social, isto se bem aplicados. Crescer é importante, contudo, a sustentabilidade está ameaçada, não pelo esgotamento das florestas em um ciclo que dobre o PIB, mas, pelos danos ocasionados pelo mau uso da floresta.</p>
<p>Usar a floresta não é ruim, dependendo da forma que é explorada. Exploração sem manejo, sem planejamento, ultrajando a legislação e desrespeitando o conhecimento empírico, é ruim.</p>
<p>Por outro lado, o processo legislatório de uso das florestas impõe tantas normas, regras e complacentismo ambiental que é mais tranquilo usar sem respeitar, fugindo do olho doente dos organismos ambientais.</p>
<p>As florestas fazem parte de nossa vida, favorecendo a conservação das nascentes, protegendo as margens dos rios, aquecendo-nos com uso da lenha, servindo de energia para caldeiras e fornos em indústrias, nas cerâmicas de telhas e tijolos, na indústria de cosméticos, na fabricação de papel, como goma celulósica usada nos cremes dentais, na borracha usada em luvas, camisinhas, sapatos e pneus, além de servirem de pastagem para caprinos, ovinos e bovinos, e como pasto apícola. As florestas estão em nossas lembranças, desde o nascimento, com um bercinho, até na passagem desse mundo para outro.</p>
<p>Não deveríamos chorar por ver uma árvore tombar ao ser cortada, com isso estaremos renegando o seu uso em nossa vida. É uma hipocrisia ser contra o uso das florestas, não podemos viver sem uso dos serviços, bens, e dos produtos florestais que são tão importantes e presentes em nossa vida, e ao mesmo tempo distante de nossas cidades que chegamos a desconhecer o que usamos, e em dados momentos até condenamos o uso.</p>
<p>Usar é importante, contudo, é preciso conhecer, estudar e planejar esse uso. Atividade que se dá a partir do <em>inventário florestal</em>, uma atividade que consiste em medir, identificar, quantificar o volume, definir a estrutura e a fitossociologia (tipo e quantidade de plantas na estrutura florestal). Essas informações somada a dados da fauna, solo e clima, subsidiam a estruturar um plano de uso, denominado de <em>plano de manejo florestal</em>, um instrumento que considera o uso, de modo que ao concluir um ciclo, a floresta apresente o mesmo volume e estrutura.</p>
<p>Nosso Estado e sociedade precisam facilitar e financiar a atividade florestal de forma que possibilite o uso sustentável das florestas, desta forma, nosso crescimento dar-se-á sem maiores danos ambientais. Também é importante ampliar o conhecimento das espécies nativas, o seu comportamento, produção, efeitos associativos, necessidade nutricionais, edaficas, climáticas e dentre outros.</p>
<p>Um cultivo agrícola produz em geral de 3 a 6 meses, enquanto uma árvore pode levar de 4 a 30 anos para ser aproveitada.  Quem vive para comer, tirando o pão a cada dia não tem como esperar, assim, o Estado tem importante papel no financiamento e custeio desse tipo de atividade de longo prazo.</p>
<p>A sociedade pode e deve buscar produtos oriundos de florestas manejadas e/ou plantadas, quebrando o paradigma de ver uma árvore no chão, fazer um estardalhaço e chorar, o choro só faz sentido ser for fruto de desmatamento, caso seja proveniente de floresta manejada ou cultivada não há por que, pois, as florestas compõem nosso desenvolvimento. Da mesma forma que uma manga é colhida, uma árvore pode e deve ser colhida e aproveitada seja sua madeira ou produtos, do contrário nosso crescimento para. Assim, os ministérios que cuidam de investimentos devem também estimular a atividade florestal ― do contrário ― as obras e as ações esbarrarão na falta de produtos florestais sustentáveis. Apesar de que na atualidade as diferentes cadeias produtivas não têm produtos sustentáveis em suficiência, estando às mesmas em desequilíbrio.</p>
<p>O uso devido gera emprego, renda, riqueza e distribui muito mais do que as empresas petrolíferas, sobretudo quando se maneja florestas, sem contar que as mesmas podem ser uma fonte inesgotável de produtos e possibilitam maior fixação de carbono a depender das práticas de manejo adotadas.</p>
<p><em>*É Engenheiro Florestal e Licenciado em Ciências Agrícolas pela UFRPE e pós-graduando em Gestão de Projetos pela Faculdade Estácio de Sá, atua como consultor para ONGs, organismos internacionais e órgãos governamentais. </em></p>
<p><em>Contato:biomacaatinga@gmail.com</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/linguaferina.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/linguaferina.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/linguaferina.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/linguaferina.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/linguaferina.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/linguaferina.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/linguaferina.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/linguaferina.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/linguaferina.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/linguaferina.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/linguaferina.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/linguaferina.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/linguaferina.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/linguaferina.wordpress.com/94/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=linguaferina.wordpress.com&amp;blog=4562341&amp;post=94&amp;subd=linguaferina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Manifesto à Valorização Financeira – Economize Já!</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 19:18:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O ardente desejo de não ser lesado e usar inteligentemente meus escassos recursos financeiros, tem me levado cada vez mais a utilizar orelhões e ter o celular apenas para receber ligações. Tenho descoberto que acusticamente também é melhor. Porém, as descobertas não param por ai, a maior delas é a contestação que apesar dos bilhões [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=linguaferina.wordpress.com&amp;blog=4562341&amp;post=84&amp;subd=linguaferina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ardente desejo de não ser lesado e usar inteligentemente meus escassos recursos financeiros, tem me levado cada vez mais a utilizar orelhões e ter o celular apenas para receber ligações. Tenho descoberto que acusticamente também é melhor.</p>
<p>Porém, as descobertas não param por ai, a maior delas é a contestação que apesar dos bilhões ganhos pelas companhias telefônicas, sobretudo a <em>OI </em>antiga Telemar, não estão sendo suficiente para consertar os orelhões ou mesmo instalar novos aparelhos. O dinheiro é pouco, provavelmente a companhia telefônica deseja que o governo federal a inclua num desses PACs, recursos para infraestrutura que possibilite a substituição, reparo e inclusão de mais orelhões públicos.</p>
<p>A <em>Oi</em> coitadinha, está descapitalizada e não pode investir, e a ANATEL pobrezinha, tem tantos chamados que certamente está como uma barata tonta de um canto ao outro. E certamente as companhias dirão, o vandalismo é grande demais, milhões e milhões tem sido investido.</p>
<p>Contudo estimados leitores, o que tenho encontrado não são apenas orelhões pichados, e quebrados decorrentes do vandalismo. Tenho encontrado orelhões envelhecidos, ainda frutos da antiga Embratel das Teles, aquelas que FHC precisou privatizar em seu mergulho anti-socialimos e em prol do neoliberalismo.</p>
<p>As empresas públicas foram vendidas com a justificativa de não gerarem lucro, como um dos argumentos centrais. Você que tem acesso a informação, percebe o quanto se usa e o quanto se gasta, podendo desta forma deduzir o faturamento das operadoras telefônicas.</p>
<p>Ainda sobre o estado degenerativo dos telefones públicos, há uma semana numa avenida da cidade, necessitei passar em quatro orelhões para conseguir uma péssima ligação. O primeiro chamava&#8230; mas, a ligação caia, o segundo não dava linha, o terceiro estava na mesma situação do primeiro e o quarto fez a ligação com a qualidade do tempo em que o sistema era manual, onde as trocas para completar a ligação era feito por um ser humano.</p>
<p>Que esses orelhões não funcionem é natural, porém, o estado de conservação dos mesmos, é lastimável. Cada vez que uso um orelhão desses, tenho pesadelos com minha orelha caindo ou o dedo contraído com uma pereba incurável.</p>
<p>Até lembro aqueles orelhões ingleses, que de tão sofisticados compõem até o cenário da cidade, nem lembro a logomarca da empresa telefônica, será que orelhão tem que ter logótipo? Até poderia ter propaganda, hoje colocam propaganda até nas costas do pessoal nas ruas. Acho que talvez eu concorde com a privatização da cúpula do orelhão, haja vista que a <em>OI</em> está descapitalizada. É melhor e que os orelhões sejam estatizados, desta forma, acaba-se com o problema da OI. A bichinha tem pouco ganho, trabalha no vermelho, teve que implantar uma infraestrutura rara, ou as velhas Teles deixaram boa parte dessa infraestrutura? Ah, fica instituído aqui o movimento ultrarrevolucionário pela estatização dos orelhões, haja vista que atual gestora é incompetente e joga sempre a culpa para o usuário.</p>
<p>Não posso negar que os usuários destroem, contudo, sei que pichação e arranhão, não deixam o telefone mudo. Uma empresa com tantas cabeças pensantes, que fatura tantos bilhões poderia disponibilizar um sistema comunicativo (acho que a comunicação é o negócio dela) que informasse quando um gancho de um telefone ou aparelho ficava sem operação, abrindo ocorrências policiais. Nunca ouvi dizer que alguém foi preso por ter quebrado um orelhão, fica por isso mesmo. Outra coisa e que da forma que os aparelhos funcionam, em dados momentos o sangue esquenta e certamente 60% é motivado pelo fato desses maravilhosos aparelhos apresentarem defeito.</p>
<p>Em se tratando de defeito, a estimada empresa poderia colocar pedras cerâmicas em relevo, nas calçadas demonstrando aos portadores de deficiência visual a existência desses estimados aparelhos. Quanto à acessibilidade, esta poderia evoluir, o que de novo foi feito nesses últimos anos não sei, se você sabe diga a empresa, quem saiba ela não aproveita algo ou faça parte de nossos movimentos. Minha intenção era apenas criar o Movimento Ultrarrevolucionário de Estatização dos Orelhões (MUEO) que pode ser apoiado pelo Movimento dos Sem Orelhões (MSO), e Movimento de RESISTÊNCIA dos Orelhões (MRO). Esses movimentos estão sendo liderados por mim, buscando pessoas que se solidarizem de forma a alteramos a legislação atual, possibilitando uma sociedade que possa ter orelhões limpos, em funcionamento e compatíveis para adultos e idosos, ou mesmo fazer valer nosso direito de poder usar o orelhão sem riscos a saúde e que tenha qualidade digital.  Contudo, já vendi algumas ideias, quem saiba as estimadas operadoras telefônicas não se sensibilize.</p>
<p>Não seria o orelhão público um caso de direito universal? Haja vista, que tantos serviços governamentais e de emergência são ofertados por telefone. Ao estatizar os orelhões, também poderiam ser estatizadas as torres de celular, assim, diminuiria a poluição urbana com estas. Cada operadora tem uma torre, e quando se olha para o céu, não se ver apenas nuvens, vê-se torres e antenas de celulares.</p>
<p>Em algum lugar escutei dizer que a cada 100 metros deve ter um orelhão, quem encontrar orelhões funcionando de um para outro a cada 100 metros diga-me, que vou providenciar a minha mudança.</p>
<p>Como operar telefones e redes sem fio é uma concessão pública, ou seja, uma oferta da sociedade a uma empresa que paga para utilizar, as concessões devem garantir que haja orelhões em funcionamento. Outra coisa são os locais para destinar os cartões telefônicos, não seria nada mal que os mesmos pudessem ser depositados no orelhão ou recipiente, afinal, de quem é o lixo, se não das operadoras e ANATEL que se quer existe um sistema para recarregamento ou reaproveitamento desses? Certamente os milhares de cartões telefônicos utilizados diariamente estão tornando-se lixo e entupindo os bueiros das cidades. O orelhão é um direito do povo, porém, é vital colocar em prática.</p>
<p>Certamente esta celeuma a operadora comunicará por sua educada relações pública: A operadora solicita ao cronista comunicar a rua e orelhões defeituosos, e avisa que dos próprios aparelhos é possível comunicar o defeito. O cronista informa às operadoras que certamente existe tecnologia que possibilita saber quando um aparelho funciona ou não, faço saber também que quando existe o fone é possível a comunicação. Cara operadora descapitalizada, invista em campanhas educativas e soluções criativas para conservação dos orelhões. Estimado Estado, a copa do mundo e olimpíadas estão chegando, certamente os visitantes também necessitarão utilizar esses conservados aparelhos, espero que ninguém pegue um eczema auricular ou mesmo perca a orelha neste ato, seria uma péssima lembrança. Certamente aqueles mais acostumados com algo normal, sentirão nojo em clicar nas estimadas teclas da imagem ao lado.</p>
<p>Como gosto de matar a cobra e mostrar o pau, eis a foto de alguns desses<a href="http://linguaferina.files.wordpress.com/2010/08/dsc00022.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-85" title="DSC00022" src="http://linguaferina.files.wordpress.com/2010/08/dsc00022.jpg?w=112&#038;h=150" alt="Orelhão Público" width="112" height="150" /></a> orelhões a seguir:</p>
<p>Também tenho monitorado a queda de um orelhão em Itapissuma na Rua Manoel Borba, que há quase um mês encontra-se no chão, tendo inclusive sido retirado o aparelho. Queda anunciada em decorrência da má instalação do aparelho somado ao vandalismo.</p>
<p>Estamos atentos e de olhos bem abertos, haja vista, com nossas orelhas comprometidas em defender a vida dos públicos, a resistência desses na paisagem urbana, a ampliação da rede de orelhões, bem como seu funcionamento.</p>
<p>Esse manifesto e ideias são apoiados por:</p>
<ul>
<li>Movimento Viva Orelhões – Viva Orelhão;</li>
<li>Movimento de Resistência dos Orelhões &#8211; MRO;</li>
<li>Sociedade de Defesa dos Orelhões &#8211; SDO;</li>
<li>Movimento dos Sem Orelhões &#8211; MSO;</li>
<li>Movimento ultrarrevolucionário de Estatização dos Orelhões;</li>
<li>Movimento dos Deficientes Visuais Rotineiramente Atingidos pelos Orelhões;</li>
<li>Sociedade em prol da Acessibilidade dos Orelhões.</li>
<li>Movimento antivandalismo aos Orelhões – MAO (Não sejam maus, apóie o MAO)</li>
</ul>
<p>Esses movimentos foram criados por Cristiano Cardoso e aguarda a vossa associação aos mesmos, envie já seus dados (nome, cidade, estado e ocupação), e se possível a foto de seus orelhões do coração.</p>
<p>Escrito por Cristiano Cardoso Gomes, usuário do deficitário sistema de telefonia pública ofertado nas cidades brasileiras. Alguém que mantém constantes desinfecções auriculares para manter-se utilizando esse importante bem social.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/linguaferina.wordpress.com/84/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/linguaferina.wordpress.com/84/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/linguaferina.wordpress.com/84/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/linguaferina.wordpress.com/84/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/linguaferina.wordpress.com/84/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/linguaferina.wordpress.com/84/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/linguaferina.wordpress.com/84/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/linguaferina.wordpress.com/84/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/linguaferina.wordpress.com/84/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/linguaferina.wordpress.com/84/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/linguaferina.wordpress.com/84/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/linguaferina.wordpress.com/84/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/linguaferina.wordpress.com/84/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/linguaferina.wordpress.com/84/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=linguaferina.wordpress.com&amp;blog=4562341&amp;post=84&amp;subd=linguaferina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Globo da Morte</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 18:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>linguaferina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Certamente muitas pessoas não devem ter visto pessoalmente o globo da morte, fruto dos grandes circos, os de luxo, de bilheteria caríssima e que conseguem espaços nas grandes cidades. Diferente dos circos de bilheteria de rua, onde os próprios artistas se apresentam antes mesmo do espetáculo, vendendo os bilhetes de entrada pela cidade, circos que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=linguaferina.wordpress.com&amp;blog=4562341&amp;post=79&amp;subd=linguaferina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Certamente muitas pessoas não devem ter visto pessoalmente o globo da morte, fruto dos grandes circos, os de luxo, de bilheteria caríssima e que conseguem espaços nas grandes cidades. Diferente dos circos de bilheteria de rua, onde os próprios artistas se apresentam antes mesmo do espetáculo, vendendo os bilhetes de entrada pela cidade, circos que a cada dia são mais raros, por não existir mais espaço, principalmente nos grandes centros urbanos.</p>
<p>As possíveis áreas para instalações de circo nas cidades parecem terem reduzido, um exemplo é a cidade do Recife, que para receber um famoso circo a cerca de um ano atrás, teve que criar um espaço na área de um parque, e este espaço até hoje não recuperou suas características.</p>
<p>Contudo, deixemos isso na geladeira e vamos voltar ao globo da morte, que consiste em uma espécie de jaula na forma de uma esfera de aço onde alguns motoqueiros (geralmente quatro ou cinco) andam com suas motos em seu interior, uma ação que requer perícia e habilidade. Nesta ação a moto vai e volta, ficando de ponta cabeça e circulando a esfera em diferentes sentidos até a parada ao centro, um processo onde parar é um risco muito maior do que circular.</p>
<p>Descrevendo esse processo pretendo dizer que a ação de <em>parar</em>, atualmente é comparada ao globo da morte, e a vida a rotina de muitos, sobretudo a minha, ao longo do mais de quatro meses.</p>
<p>Tornei minha vida um globo e fiquei com medo de parar, pois tratei a não concretização de tarefas que eu teria que cumprir como a morte, flagelando-me e mergulhando cada vez mais no vício pelo trabalho e pelo resultado.</p>
<p>Corri tanto sem chegar a um lugar, que pensei ser infinita a corrida. Aos poucos um carrasco tomou o controle de mim e não me deixando parar e promovendo atrocidades em todas as minhas tentativas de relaxamento.</p>
<p>Assim fui castrando de mim mesmo, os filmes, os programas, os noticiários, os passeios, chegando ao ponto de não poder nem escutar as manchetes, ou mesmo dar uma olhada relâmpago em portais de notícias.</p>
<p>Castrei-me do direito de redigir quaisquer coisas que não estivesse relacionada ao trabalho, como o meu hobby de manter um web site e um blog, castrei-me as peladas, os passeios, as brincadeiras com minhas filhas e até o direito de dormir. Os finais de semana, feriados, dias santos, imprensados, jogos da copa do mundo até mesmo da seleção brasileira foram castrados, dando-me a sensação de não poder parar de forma alguma.</p>
<p>A refeição deixou de ser um momento de convívio, por serem controladas e associadas com outra ação. O carrasco desejava que houvesse resultado e trabalho nada mais importava, não existia planos nem metas, todos os dias passaram a ser o término de tudo aquilo, até a fé começou a fraquejar, eu estava numa espécie de globo da morte, onde o giro arriscava a vida e a vida tornava-se um drama, falta de meu domínio em relação a mim mesmo.</p>
<p>Aos poucos a produção caiu devido o cansaço, e o que deveria levar um dia, passou a levar uma semana para ser concluído. Estafa, estresse, saturação foram me dominando a ponto de pensar em fugir, pular do alto, acabar com a tortura.</p>
<p>Porém, a persistência e a obstinação foram mais fortes do que o carrasco. Tive muitos desejos nesse período, porém, o maior de todos foi de voltar a ser gestor de mim mesmo e neste dia destinar-me a preciosidade da vida, o toque, o cheiro, o beijo, a presença e o ócio.</p>
<p>Expulsei o carrasco e hoje sou dono de mim, poxa, será que alguém já sentiu isso? Certamente! Contudo, mais duro que ser explorado é explorar-se. Hoje, após algumas semanas da conclusão e exterminação do carrasco em minha vida, tenho me dado muitos direitos, pareço até um garoto quando chega ao campo e os pais dizem pode correr.</p>
<p>Você amigo (a), que aos poucos deixa o trabalho tomar conta de sua vida, pare, olhe e escute. Tem uma série de gente querendo sua atenção. Não faça o que eu fiz, faça o que eu digo, pois as palavras são lições de um amargo erro, que provocou traumas em mim e nos que me cercam. Não se faça de bobo, pois os que circundam são os pilares, esses e essas ficarão e estão com você e são mais valiosos do que o trabalho, e mesmo que os resultados e os recursos não cheguem, avaliem que o melhor é ter saúde.</p>
<p>Trabalhos vão e voltam como o vento, porém, o tempo não volta. Tenha gestão sobre você e não deixe o carrasco que existe dentro de você aparecer. Cuide de você e dos que te amam, te cercam e, sobretudo ame.</p>
<p>Sou a prova que o controle e a liberdade estão em nos mesmo, assim controle suas cobranças e não deixe que terceiros pautem sua vida e seu descanso, não se flagele. No começo pode até ser tolerável e bom, depois doe e vicia, não seja um carrasco, lute contra os que desejam te explorar, ame-se e deixe ser amado, pois assim nenhum tipo de carrasco interno ou externo domará você.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/linguaferina.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/linguaferina.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/linguaferina.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/linguaferina.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/linguaferina.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/linguaferina.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/linguaferina.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/linguaferina.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/linguaferina.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/linguaferina.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/linguaferina.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/linguaferina.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/linguaferina.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/linguaferina.wordpress.com/79/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=linguaferina.wordpress.com&amp;blog=4562341&amp;post=79&amp;subd=linguaferina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Dose Diária</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 17:10:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>linguaferina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura e Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[agrotóxicos]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
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		<description><![CDATA[Dose Diária Não tenho dúvidas que alguns de meus amigos (as) e internautas chegaram aqui acreditando ser uma crônica sobre o universo etílico. Certamente a dose correta de álcool atualmente sucinta bastante atenção com a alteração na legislação de trânsito, alteração que esperou milhares morrerem para banir por completo o consumo de álcool, com suas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=linguaferina.wordpress.com&amp;blog=4562341&amp;post=64&amp;subd=linguaferina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dose Diária </p>
<p>Não tenho dúvidas que alguns de meus amigos (as) e internautas chegaram aqui acreditando ser uma crônica sobre o universo etílico. Certamente a dose correta de álcool atualmente sucinta bastante atenção com a alteração na legislação de trânsito, alteração que esperou milhares morrerem para banir por completo o consumo de álcool, com suas taxas aceitáveis para a desgraça. </p>
<p>Meu interesse aqui não é falar de álcool, já há até quem cante “beber, cair e levantar”, de modo algum seria mais um apologista ao álcool, quero falar da sua ingestão diária de veneno, isso mesmo a sua ingestão diária de veneno. Como posso falar da sua ingestão diária de veneno? Da mesma forma que o Estado é pressionado, vigiado, controlado e vulnerável decide a ingestão diária aceitável de resíduos de agrotóxicos. Quantas doses, ou melhor, miligramas ou até mesmo gramas você e eu consumimos de veneno hoje, amanhã e ao longo de nossa vida? Hum, vai depender da quantidade de alimentos consumidos, não dependerá sobre hipótese alguma de nosso interesse no suicídio, apesar de que quanto mais alimentos mais veneno e consequentemente a ampliação da probabilidade de cometer suicídios. Não são poucos os registros científicos que relacionam envenenamento com suicídio. </p>
<p>Vejam só: tantas pessoas preocupada com a balança e até uma certa vantagem, pois da forma em que o consumidor é tratado quanto mais consumir mais risco e torça para consumir dentro da média nacional, pois se extrapolar algo não normal a média ampliarás o vosso risco. Esses preocupados com a balança embrenham-se a consumir hortaliças e estas sem dúvidas são as maiores vítimas do uso dos agroquímicos. </p>
<p>Pois, caros amigos por que estou a parafrasear essas coisas, simples são por ter participado do III Simpósio Brasileiro de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos. Imaginem só você, resíduos de agrotóxicos em alimentos, você certamente sabe que os agrotóxicos são usados no combate a pragas e doenças nas plantas. Não obstante, não se engane que não está por consumir estes produtos diariamente, mesmo os ditos dentro dos padrões não significam está ausentes de contaminação de agrotóxicos, estando apenas classificado no aceitável. Quem de certo modo determina o que é aceitável são os estudos, e estes muitas vezes são custeados, financiados ou conduzidos pelos próprios fabricantes dos agrotóxicos.<br />
Não se engane, primeiro porque dependendo do tempo de aplicação e colheita, severidade do princípio ativo, tipo de alimento, quantidade utilizada e técnica usada estará por consumir o veneno das pragas e doenças, em menor ou maior quantidade. Veneno é como os agricultores chamam o que mata as doenças e pragas das plantas, contudo saibam que agrotóxicos para matar o famigerado mato, mato para mim são plantas colonizadoras, estes também matam. Independente de ser para o mato ou para praga, pode matar da mesma forma a fauna, flora e você. Olhe, ou melhor, escute ou será leia: nem estou sendo apocalíptico ou congêneres, acho que nunca tive os pés tão no chão, ver em <a href="http://www.agrisustentavel.com/toxicos/efeitos.html">http://www.agrisustentavel.com/toxicos/efeitos.html</a> o que os queridinhos da indústria química tem provocado em nossos patrícios. </p>
<p>Pois, é amiga (o), apesar dos pés no chão, creio ter dado um colapso neurológico e fui parar no dito simpósio. Quem me conhece sabe de minhas concepções e no que acredito. Para deixar ciente é a agroecologia, labuto, estudo, pesquiso e vivo para isso a 15 anos, deste 10 são de prática absoluta. E a cada dia e instante mais amadurecido de conhecimento e concepção, isso tudo já tornou uma religião. </p>
<p>Não se engane que passei no primeiro dia do seminário e primeiras horas uma das maiores torturas que poderia imaginar, tortura neuropsicológica é latente e sufocante. Assim estive boa parte do tempo questionando o que estava fazendo ali, por que eu estava ali, e nisso às vezes a motivação inicial de gelatina, ou seja, não conseguia sustentar a permanência. Não obstante dizia-me viesse entender um mundo diferente do teu, viesse se nutrir para atacar o inimigo. </p>
<p>Caros e por falar em inimigo, pense numa vontade grande de ser um homem bomba, de explodir e matar vários que estão matando nosso inocente povo (você!), porém não podia explodir, primeiro por ter duas belas filhas para criar, segundo para não deixar a minha amada de sopa, e terceiro por uma questão de natureza profissional no âmbito de não caracterizar a organização que trabalho, que inclusive atua com fins pacíficos e humanitários na Palestina de organização terrorista. </p>
<p>Esse drama fez-me sentir um peixe fora da água, e depois da minha avantajada participação em eventos não tinha sequer uma única criatura ou instituição conhecida.<br />
Ali estava vendo a cara, as cores da Bayer, Monsanto, Syngenta, Basf, Andef e Sindaf. Gente bonita, bem vestida, atraente de conversa leve e doce, verdadeiras maçãs do Jardim do Éden. </p>
<p>Esse emocionante varonil seminário iniciou com o convite do mestre de cerimônia para escutar e cantar o Hino Nacional, efetivamente quis escutar, pois o que já via nos primeiros momentos era suficiente para ficar com raiva de quem cantava o hino. Ao terminar o hino uma frase saltou a mim: “Espero que nossa soberania seja respeitada”.</p>
<p>Assim com as orelhas a posto, começa a primeira conferência, trata-se de Michael Metzger, um técnico da EPA(U.S. Environmental Protection Agency), criatura da voz serena, esparsa e segura. A criatura e conjuntura estimularam-me a escutar sem intermediários, naquele momento nem confiava se quer na minha sombra, imagine confiar num intérprete desconhecido. </p>
<p>As informações de Metzger deixou claro o porquê mais de 600 ingredientes ativos proibidos na Europa e EUA aqui são comercializados livremente. Estão livres para delírio e prazer das multinacionais, simplesmente pela falta de controle em laboratórios e as exigências no geral limita-se as conseqüências nos seres humanos, sem falar na limitação das pesquisas nacionais que estão estacionadas a conseqüências químicas diretas sem ter uma analise aprofundada dos aspectos neurológicos. Eu não queria imaginar que era verdade o que escutava, contudo a platéia era eclética e de especialista, com exceção de mim, assim ninguém arriscava fazer heresias, ou mesmo questionar, limitando-se a balançar a cabeça num ato de aceite. Todavia os ditos especialistas, lobistas, e arqueiros multinacionais batiam a bola (intervieram) dizendo: Esse é um mercado de bilhões, seremos os maiores consumidores mundial de agrotóxicos (Nota &#8211; título nojento!!). A boca se enchia em parafrasear sobre este mercado e a grandeza do país. A quem diga que Pernambucano de mania de grandeza, para não esconder as raízes, pensei que maior grandeza de tudo isso é a poluição e as conseqüências sócio-ambientais futuras.</p>
<p>Os agrotóxicos ampliam a predisposição a doenças crônicas, congênitas e mutações. Saibam que muitos tipos de câncer são desencadeados por conta de contaminação por agrotóxicos. Agora a frase mais emblemática foi: Não existe desenvolvimento sem produção e consumo de agrotóxico. Assim foi  timbrada a marca do lobby da usurpação do juízo, mesmo assim eu tentei superar, cheguei ao terraço do hotel várias vezes e se o juízo não fosse forte seria mais uma vítima dos agroquímicos. </p>
<p>Essa me causou tanto incômodo que quase desenvolvi um virtual ataque epilético, tendo ido inclusive ao banheiro, para esvaziar as informações indigestas e por dores abdominais resistentes da compreensão muscular para controla-se e não explodir. Qualquer centelha ocasionaria uma explosão maior que Hiroshima. </p>
<p>O que senti vir e vivi e que você meu caro está diariamente consumindo doses, que em pouco tempo levar-te-á a desenvolver doenças, e o ambiente dos agricultores estará contaminado assim como a tua água, assim de dose em dose, de forma suave, incolor e sem sabor aparente estamos degradados a própria sorte num caminho quase sem volta. </p>
<p>Enquanto vermos notícias, ficamos boquiabertos com a impunidade e encantados com novelas e reality show, a sociedade vai ficando renegada aos que dela desejam usurpar lucros e assim o que é real torna-se fictício e a nossa própria vida é renegada a transpor-se ao cotidiano de personagens televisivos que em dados momentos, sente ter correlações conosco. </p>
<p>Durante esse contágio e contemplação nossa, os homens de gravatas fazem consultas centralizadas, pautadas na internet onde aqueles que efetivamente cuidam ou tratam das possíveis mazelas dos indevidos usos, desusos ficam aquém de tudo e mesmos os técnicos ficam confusos com tatos termos e linguagem codificada e de certo modo criptografada. </p>
<p>Eu e você, nossas famílias, amigos e familiares nem sentimos que a vida real é diferente da manipulável busca por pontos de audiência, nessa servidão da paralisação, onde furtam nosso bem-estar, acumulam riquezas e renegam até mesmo nossa existência, comprometendo nossa vida. Vamos ficando em choque e abespinhados com os acontecimentos que se quer nos deixam inflar qualquer reação. </p>
<p>Diante disto tudo, a saída é a cada dia apropriar mais é mais das origens dos produtos consumidos. E obter os mesmos diretamente dos produtores, criando relações que extrapolem os aspectos de comprar e vender, contudo que criem uma relação que quem produz preocupa-se com o bem estar de quem compra e quem compra preocupa-se com a saúde de quem produz. Assim sendo quem saiba a dose, não se torne gotas no oceano cotidiano. </p>
<p>È preciso fazer isso, pois a Máfia dos Agrotóxicos descrita por Sebastião Pinheiro em 1993 em seu livro de mesmo título está cada vez mais articulada e poderosa, exceto que temos bons guerreiros, não obstante é importante ampliar as frentes de batalha. Não se contamine!!!</p>
<p>Felicidades<br />
Cristiano Gomes</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/linguaferina.wordpress.com/64/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/linguaferina.wordpress.com/64/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/linguaferina.wordpress.com/64/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/linguaferina.wordpress.com/64/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/linguaferina.wordpress.com/64/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/linguaferina.wordpress.com/64/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/linguaferina.wordpress.com/64/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/linguaferina.wordpress.com/64/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/linguaferina.wordpress.com/64/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/linguaferina.wordpress.com/64/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/linguaferina.wordpress.com/64/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/linguaferina.wordpress.com/64/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/linguaferina.wordpress.com/64/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/linguaferina.wordpress.com/64/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=linguaferina.wordpress.com&amp;blog=4562341&amp;post=64&amp;subd=linguaferina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Bem Vindo ao Berço da Pátria</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Dec 2008 16:09:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>linguaferina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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		<category><![CDATA[jaboatão]]></category>
		<category><![CDATA[nação]]></category>
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		<category><![CDATA[tubarões]]></category>

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		<description><![CDATA[É isso ai, a placa da entrada da cidade em múltiplas línguas. Por um instante penso até em buscar os direitos que foram ultrajados no meu processo de registro civil. A sociedade está capenga desde que nasci, afirmo isso pelo simples fato de ter nascido em um lugar e ter sido registrado em outro. Brinco [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=linguaferina.wordpress.com&amp;blog=4562341&amp;post=31&amp;subd=linguaferina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É isso ai, a placa da entrada da cidade em múltiplas línguas. Por um instante penso até em buscar os direitos que foram ultrajados no meu processo de registro civil. A sociedade está capenga desde que nasci, afirmo isso pelo simples fato de ter nascido em um lugar e ter sido registrado em outro. Brinco com os conhecidos e amigos, dizendo que na verdade foi uma briga entre cartórios. Nesse tempo os governos ainda não eram tão socialistas em garantir o registro como um direito do cidadão.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Por um instante digo com o peito estufado ao ler a placa de uma das entradas: &#8211; “Essa ai é minha terra”, como as coisas estavam turvas ainda saiu pela culatra à frase, nasci aqui. Frase expressa em tom mono, pois o estéreo foi comprimido pela tristeza das primeiras imagens.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Antes de partir para as imagens, deixe-me recapitular os momentos antecessores. Não fazia muito tempo que tinha dito: poxa aqui está tão limpo e organizado, estava surpreendido com a cidade onde resido (Recife-PE), acostumado com a sujeira do centro e periferia, passar por áreas que são tratadas como nobres é sempre um encanto, pois os olhos acostumaram-se com a sujeira.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Assim, ao passar a grande placa: “Aqui Nasceu a Pátria”; cruza-se um córrego que sem dúvidas teve a vida esgotada com a poluição do esgoto que corre no mesmo. <span> </span>O lixo encontra-se a um metro da ausência de mata ciliar e presença de construções ciliares. Ruas, casas, hipermercados, parques, campos, conjuntos habitacionais públicos,<span> </span>fóruns, prédios públicos e até edifícios torres julgados de luxo (Duas extravagantes torres que estão arranhando o centro do Recife) são a ferramenta urbanística da Veneza pernambucana que são construídas as margens dos córregos, rios e nascentes. Se bem, que não é Recife, e sim Jaboatão dos Guararapes, contudo o córrego é o divisor territorial. E o lado Recife não tem diferenças significantes na estratégia urbanística.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Querendo apagar a abominável imagem, volto os olhos ao outro lado e na terra onde nasceu a nação, sendo certamente berço da cidadania, os cidadãos ainda têm atos medievais. Um desses atos foi o corte de três árvores do canteiro central deixando-as no toco. Os tocos são testemunhas da ignorância de quem plantou ou de que cortou, contudo como<span> </span>Engenheiro florestal afirmo que de ambos, ora por ter plantado a espécie errada e segundo por ter usado o método inadequado, ou seja, a eliminação de uma árvore adulta, o que não se faz numa terra civilizada.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">É uma pena que a competência humana tenha limites, apesar de que recentemente vi algo que foi um ato extremo de quase respeito a uma árvore, na construção de um galpão industrial. A árvore ficou na parte interna da construção, tendo se deixado na parede um orifício para passagem da mesma para o ambiente externo. Esse tipo de habilidade creio faltar nos gestores de Jaboatão dos Guararapes, apesar de que a habilidade citada é quase uma arte.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Mesmo sem querer ser clínico, percebo uma árvore esmagada pelas paredes do canteiro central, fico extasiado pensando, que dureza, além de ter sido suprimido parte da infiltração com o calçamento, respirar monóxido de carbono, óxido de nitrogênio e hidrocarbonetos, ainda tem que romper colunas de concretos. Imagino então que nossas vidas são mais fáceis, pelo menos temos mobilidade.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Esse canteiro central, da principal entrada e aquela que certamente entram os turistas que chegam pelo aeroporto, tem uma aridez mais monótona do que muitos desertos. Vamos considerar que seja a constante falta de água do pré-histórico racionamento metropolitano, então resta algumas mãos de tinta, ou quem saiba pelo menos uma.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Ainda bem que não preciso seguir muito nessa avenida, porem os olhos no meu flagelo buscam luz, buscam limpar as agressões vistas nos 200 metros iniciais, e o que vejo só faz lembrar de Kassab (Prefeito de São Paulo). E em meu tico e teco cerebral, digo<span> </span>Kassab aqui teriam muito trabalho, pois a poluição visual domina o ambiente! Particularmente não gosto do método de Kassab, porém acho que numa situação dessas só um ignorante igual a ele teria algum nível de sucesso em alterar essa poluição.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Assim, jogo o olhar ao outro lado, vou entrar numa nova avenida, porém a anterior já trouxe tantas decepções que me faz fechar os olhos por instantes. Estes deficientes olhos são quase autônomos, imaginem se não fossem, tenho até medo, do que conseguiria enxergar. Não obstante não paro de escanear o ambiente, e termino por perceber calçadas que são um desafio aos que caminham ali, essas são verdadeiras barreiras à locomoção, melhor seria dizer que é uma verdadeira prova de barreiras ou mesmo uma caminhada cross-country.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Uma placa diz ser Porta Larga, contudo a passagem por baixo da estação de metrô da entrada é claustofóbica não tem nada de amplo ou mesmo largo. Calçadas e poluições continuam nas agressões, então só resta fechar os olhos e chegar ao meu destino. Todavia, uma volta de lá outra de cá, então os olhos não obedecem, já estou vendo novamente, agora até me animo, com as altas árvores e para variar, por tratar de outra via de entrada e ter ficado entre um município e outro, ingresso novamente em Jaboatão, onde nasceu a Nação.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Nova entrada e mais uma boas vindas da terra da nação, questiono, será que o restante da nação sabe onde nasceu a nação? Toda cidade se classifica de algo, tal como Capital do Forró, do Frevo, Terra da Cachaça e por ai vai, a lista é grande. Acho que é até difícil não encontrar um município brasileiro que não se alto classifique sendo bamba em algo. Isso até motiva fazer uma pesquisa criar uma lista dos títulos municiais, e tentar saber que outorgou aos mesmos a confraria;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Porem sigo e deixo o frescor da sombra das frondosas árvores que são pouquíssimas, nas margens de um canal correndo esgoto, é impressionante como todos os caminhos naturais de água, hoje são esgotos nas grandes cidades.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Para supressa um relógio desses de rua funcionando, deixa-me mais impressionado do que a temperatura. O mesmo informa a incrível temperatura de 36 graus a 2,5 metros de altura, imagina só no asfalto quanto não deva está fazendo. Porem, o povo gosta de sol, a prova é falta de árvores. De um lado os gestores<span> </span>são limitados na compreensão, pois, andam de ar condicionado do outro, o povo acha que está muito ocupado para exigir mais árvores nas ruas e logradouros.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Deixando a briga ao lado chego a meu destino e fico surpreendido com uma obra com mais de 15 anos, ainda não tem árvores adultas. Não obstante um olhar mais atento percebo que foi uma foda, é isso mesmo com &#8220;f&#8221;, pois, poda não foi. Desculpe-me, mais para que se plantar se não for para crescer, se deseja algo menor, plante um arbusto, ou uma planta de pequeno porte, isso que faz com árvores é ferir a planta. Que tal impedir que seus filhos e filhas cresçam, mantendo sempre pequenos!</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Após algum tempo e obrigações familiares cumpridas, regressamos, e dessa vez por outro caminho, creio que meu cunhado deve ter percebido o meu grau de decepção com a terra da nação.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Assim, pegamos a avenida que margeia a praia, e mais uma decepção, e um questionamento de décadas surge, por que as praias de Jaboatão têm tão poucas árvores? Será que as areias de Boa Viagem, Recife/PE são mais férteis?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Fico encantado com o mar, é impressionante como passo tanto tempo para ver o mesmo, cada encontro uma nova emoção. Acho que a beleza do mar vai apagar as péssimas sensações. O desejo de pular de roupa e tudo é grande, não obstante lembramos dos tubarões. Depois de tantas coisas e mesmo em ter avançado tanto na terra da nação, contemplando o mar da janela veicular, chego a conclusão por que os tubarões estão atacando nas praias pernambucanas. Em Jaboatão é motivado pela ignorância dos gestores, assim quando alguém pula, os tubarões nem pensam muito, devoram, pois certamente acreditam ser farinha do mesmo saco.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Discordo dos bichinhos que somos, eita não sou de Jaboatão! Pelo menos não tenho sentimento como filho de Jaboatão. Meu registro diz que sou filho do Recife, o cartório registrou e civilmente o estado me considera Recifense. Todavia, a tempo fiz a deserção da paternidade/maternidade Recifense, e há mais de uma década carrego no coração o sentimento de ser filho adotivo do semi-árido. Mãe e pai são os que criam e dão amparo, o meu amparo e esteio é o semi-árido.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Aproveito esse nó geográfico, filosófico e sentimental para colocar a disposição dos municípios do semi-árido a minha adoção. Prometo julgar com carinho as propostas submetidas, todavia por já ser crescido, sou um tanto exigente. Saibam contudo que quando amo é sempre de forma intensa. Peço que corram, pois já estou ficando grandinho aqui no orfanato, é impressionante como são lentos e morosos os processos de adoção nesse país.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Já os tubarões que circulam em Recife, Olinda e Paulista são tudo farinha do mesmo saco, aprenderam que humanos devem ser devorados por conta de sua ignorância ambiental. Esses sim, aprenderam com a evolução, agora a terra que fundou a nação, necessita avançar!</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Espero que avance, e avance muito, e graças a Deus, o papa defunto foi engolido no primeiro turno das eleições municipais, há novas esperanças, apesar de que alguém que saiu do PPS para o PSDB não pode ser compreendido apenas como uma mera mudança de letras.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Porém, vamos esperar que seja apenas alteração de letras, pois, Jaboatão dos Guararapes já foi saqueado e maltratado demais. Agora um pouco deve ficar para o povo, pois “Aqui nasceu a PATRIA!”</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Para maiores informações sobre como a cidade que originou a pátria tem sido tratada, acesse <a href="http://jaboataodosguararapes.blogspot.com/2008/08/o-abandono-em-jaboato-dos-guararapes.html" target="_blank">http://jaboataodosguararapes.blogspot.com/2008/08/o-abandono-em-jaboato-dos-guararapes.html</a></p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://jaboataodosguararapes.blogspot.com/2008/08/o-abandono-em-jaboato-dos-guararapes.html" target="_blank"></a></p>
<p class="MsoNormal">Felicidades</p>
<p class="MsoNormal">Cristiano Cardoso</p>
<p class="MsoNormal">Órfão de cidade buscando município para adoção no semi-árido</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/linguaferina.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/linguaferina.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/linguaferina.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/linguaferina.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/linguaferina.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/linguaferina.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/linguaferina.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/linguaferina.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/linguaferina.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/linguaferina.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/linguaferina.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/linguaferina.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/linguaferina.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/linguaferina.wordpress.com/31/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=linguaferina.wordpress.com&amp;blog=4562341&amp;post=31&amp;subd=linguaferina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>É Especial</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 17:09:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>linguaferina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vamos gente é especial! Penso, hum é especial. Especial como sugere o dicionário Aurélio é um adjetivo, o mesmo que exclusivo e reservado. Que maravilha penso eu, as coisas estão evoluindo nos serviços públicos. Estou nas primeiras horas da manhã rumo ao trabalho, após ter sido carregado o que  alguns definiriam transportado ou conduzido. Todavia, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=linguaferina.wordpress.com&amp;blog=4562341&amp;post=24&amp;subd=linguaferina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Vamos gente é especial! Penso, hum é especial. Especial como sugere o dicionário Aurélio é um adjetivo, o mesmo que exclusivo e reservado. Que maravilha penso eu, as coisas estão evoluindo nos serviços públicos. Estou nas primeiras horas da manhã rumo ao trabalho, após ter sido carregado o que <span> </span>alguns definiriam transportado ou conduzido. Todavia, para mim a semântica e o significado são importantes, pois, nessa ação meu sentimento é <span> </span>de que fui uma mercadoria, tudo bem, uma mercadoria que se moveu para um ambiente desconfortável e desumano chamado em algumas glebas dessa nação de coletivo. É sem dúvidas um coletivo de criatura tratadas como carga que nem merece cuidado. Ao andar nesses coletivos onde a carga é que tem autonomia em protege-se, sinto-me sem valor, pois fico a imaginar se fosse eu um cristal, não ficaria inteiro nem por dois minutos, ou mesmo salvar-me-ia da primeira parada do dito coletivo.</p>
<p class="MsoNormal">Comecei falando de algo especial, do vamos gente esse é especial. Esse que vós escreve é carga sem valor e sem necessidade de cuidado é um sobrevivente do enlatamento coletivo. “Vamos gente esse é especial”. Oh meu bom Deus só pode ser uma dádiva vossa. Nem penso duas vezes e pego o beco, ou melhor, a super fila, é impressionante como as filas nos perseguem. Alguém com educação que a criou para disciplinar a chegada dos primeiros. Uma grande tecnologia social, isso para mim é tecnologia, uma ferramenta que rege o comportamento, contudo nem todos são tecnologicamente avançados <span> </span>para adaptar a essa tecnologia social.</p>
<p class="MsoNormal">Quem vos escreve foi educado a respeitar fila, eita aprendizagem que magoa, é incrível como ter aprendido a usar a fila é um trauma, pois o dito fura fila, que é aquela criatura que não teve acesso educacional ou mesmo zomba e se caracteriza com um anárquico não a utiliza. Oh, mãe tuas lições hoje me deixam estressado, <span> </span>olha só a que ponto está um filho que aprende atos simples do comportamento social e começa a julgar o aprendizado. Eita língua ferina da gota serena ( gota serena -<span>  </span>expressão nasceu da doença &#8211; sei muito bem o que é, porém uso quando algo é escandaloso – é bom ter um dicionário de pernambuques/nordestines para me entender). Contudo, minha mãe não tem culpa e talvez nenhuma mãe tenha. Se bem que acredito que muitos valores <span> </span>que aprendi, tal como dar o lugarzinho para os mais velhos nem mais está <span> </span>no programa educacional materno.</p>
<p class="MsoNormal">Estou na fila, tem cerca de 70 pessoas na minha frente e umas 100 fora da fila próximo às portas, a essa altura o primeiro especial já foi. É muita gente que gosta do especial, contudo, não se diferencia muito das demais filas. Chega mais um especial e os letreiros do mesmo informam &#8220;Parnamirim/Macaxeira &#8211; Expresso&#8221;. <span> </span>Meus botões dizem &#8220;oxe&#8221; além de especial é expresso, nossa hoje vou abrir o escritório, meu Diretor vai ficar é orgulhoso de mim. Que felicidade, acho que isso pode até ajudar numa promoção.</p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal">Nesse contexto grita o funcionário da Empresa: &#8211; Vamos Gente!, Vamos andem é especial. Não obstante, as pessoas seguem a passos lentos. Vai motor abre a terceira, <span> </span>Vai motor abre a terceira! Grita o funcionário de forma vibrante. Fico pensando nos meus colegas de<span>  </span>trabalho que chegam a esse país com pouca noção de português, e fico imaginando eu em outro país com o povo fazendo contrações fora dos padrões lingüísticos O dito motor para os que acreditavam ter identificado mais um dos meus erros naturais, é na verdade motorista, a terceira é a última porta do ônibus, chamado por alguns de coletivo, terceira no sentido da frente<span>  </span>a traseira, &#8220;eita&#8221; estou exagerando no detalhamento e talvez até na compreensão alheia, se bem que não quero deixar dúvida.</p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal">Nessa de especial, &#8211; Vamos gente é expresso! Lembro que expresso é aquilo que <span> </span>vai diretamente ao destino;<span>  </span>começo a ficar em dúvida, então qual seria o destino? O nobre amigo  diz também que o mesmo para em todos os pontos. Aurélio, aquele dicionário diz-me que expresso <span> </span>e qualquer meio de transporte <span> </span>coletivo que vai ao seu destino sem parar em todas as estações ou cidades. Estou achando que meu amigo não deve ter entendido o sentido da palavra expresso, sem falar a empresa e muito menos àquela que diz monitorar o sistema de transporte público do Recife, a dita EMTU. Contudo isso pode ser um novo conceito ou mesmo emprego da palavra. Tem tanta gente acreditando nisso que acredito imensamente que o significado de expresso terá de ser alterado, pois para os meus três dicionários eletrônicos (Houaus, Aurélio e Michaelis) e 04 dicionários impressos (Celso Pedro Luft, Aurélio, Globo, Collins) o sentido descrito não tem nada haver com a realidade. Olhe que sou quase um obcecado por dicionário, já foi meu livro predileto após a Bíblia.</p>
<p class="MsoNormal"> Assim apos a traseira abrir e ocasionar um &#8220;buruçu”, para boa parte a traseira é a porta da felicidade da festa, cotovelada de lá e cá, empurra empurra, esfrega esfrega, pisadas é uma grande festa com muita energia e vibração.<span>  </span>Nossa eu queria muito a essa hora estar com tanta energia e vigor, sou até mais novo do que o estimado senhor &#8220;Especial&#8221;, ah!! Acho que só tem um sentido para esse ônibus ser especial, para aquele que segura a prancheta e grita é Especial,<span>  </span>é que é dele que o mesmo tira o pão de cada dia.</p>
<p class="MsoNormal">Chega então o terceiro especial, apos 45 minutos de espera é minha vez de entrar, sentar e viver o especial. Entro e começo a querer encontrar a essência desse tal especial e nada encontro, fico frustrado, contudo aquele senhor continuar gritando “Vai gente é especial”. Quanto mais ele grita mais gente entra, mais o povo sente-se feliz, vejam (leiam) até eu fui parar nessa de especial. O povo vai ficando mais comprimido, quase um comprimido encapsulado no dito especial. Nesse momento o tal senhor diz carregar &#8220;Motor&#8221;. Certamente pensa, mais um especial expedido. Nesse momento de encapsulamento avalio que o senhor da prancheta só pode ser uma espécie de capataz moderno, capataz do empresário onde a sua recompensa ocorre em quanto mais gente expedir, para isso certamente usa a prancheta para registrar as quantidade e garantir seu prêmio.</p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal">Somos todos escravos do sistema metropolitano manipulado pelos próprios empresários, durante muitos anos o presidente da EMTU era o dono de uma empresa, certamente tem bom conhecimento na realidade da ampliação de seus lucros, quanto mais gente transportada por viagem melhor. O que importa é carregar não importa como.</p>
<p class="MsoNormal">Curioso é que chamam os consumidores de usuários, contudo nem usuários tão pouco consumidores podem definir categoricamente o que somos. Somos uma massa, massa de transporte, uma mercadoria ser valor, uma pedra de barro, um número num sistema vicioso, inescrupuloso, fechado, opaco e, sobretudo ineficaz.</p>
<p class="MsoNormal">Após alguns suspiros de fel, e sermos expedidos, somos uma carga, o motorista sai com pressa, acho que ele também sabe que estamos todos atrasados, nesse estúpido sistema. Com uma curva, uma descida, mais uma curva, outra descida e uma dúzia de freiadas<span>  </span>e emoções no trafego estamos arrumados, assim resta-nos buscar o fim nos arranha-céus, pois não tenho dúvida que é lá de cima que eles administram a cidade, o transporte. Tira-se pela Prefeitura do Recife que é um senhor edifício. É lá alto, distante do solo, da mesma distância que se utiliza os empresários, que os políticos e outros administram o sistema de transporte.</p>
<p class="MsoNormal">É tão distante e tão curioso, que eles brincam com nosso senso crítico, com nossa capacidade cognitiva e alardeiam estarem implantando vias inteligentes, ou em sua boa linguagem corredores inteligentes, pena que esse corredor dito inteligente exclui as pessoas que tem dificuldade de locomoção de poder descer de seus carros ou taxi na principal via da cidade. É inteligência demais em querer ofuscar setores sociais que necessitam cada vez mais ser considerados como cidadãos. Nem passa pela cabeça deles que um dia na altura de seus 90 anos a sua mobilidade não será como a atual. Sinceramente espero que eles vivam muito, com saúde, para não passar o que os velhinhos da cidade e deficientes passam com o corredor inteligente.</p>
<p class="MsoNormal">Porém, voltando a nossa viagem, ou melhor, peregrinação ou mesmo tortura dos usados. Os explícitos da EMTU como sendo usuários, vão saltando e ao mesmo confortando-se como após ter ganhado o cárcere agora estão à vontade. Assim nesse patético lá e cá, ontem e hoje, amanhã e quase sempre, apáticos, conformados e atropelados por uma sociedade e sistema em loop (ciclo contínuo), vamos comprimindo nossos direitos deixando de ser humano e tornando-se número e material para o sistema de prevalência do capital.</p>
<p class="MsoNormal"> Após o pára pára do inacreditável expresso é meu ponto e minha vez de descer, e ao olhar para o ônibus partir digo involuntariamente e em bom som<span>  </span>&#8220;<strong>É Especial</strong>&#8220;, é especial poder descer estar livre e respirar, livre desse engenho, desse fatídico caldeirão consumidor das conexões neurológicas.</p>
<p class="MsoNormal">Atenciosamente</p>
<p class="MsoNormal">Cristiano Cardoso</p>
<p class="MsoNormal">Um dos utilizados da Integração da Macaxeira e da linha de ônibus Macaxeira/Parnamirim</p>
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		<title>Onde estão os guardas de trânsito?</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 16:23:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>linguaferina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[caos]]></category>
		<category><![CDATA[guarda]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>

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		<description><![CDATA[A quinze anos locomovendo-se pela cidade do Recife, tive a oportunidade de acompanhar muitas transformações, de fato a cidade cresceu contudo não na mesma proporção do número de veículos. A cidade esta ficando pequena, as ruas cada vez mais largas e sendo até necessário amontoar-se em arranha-céus para dar vez aos carros. São curiosos os [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=linguaferina.wordpress.com&amp;blog=4562341&amp;post=3&amp;subd=linguaferina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A quinze anos locomovendo-se pela cidade do Recife, tive a oportunidade de acompanhar muitas transformações, de fato a cidade cresceu contudo não na mesma proporção do número de veículos. A cidade esta ficando pequena, as ruas cada vez mais largas e sendo até necessário amontoar-se em arranha-céus para dar vez aos carros. São curiosos os fenômenos urbanos, pois, o trânsito muitos dias agita mais do que a violência. O grande Recife terra sem julgamentos e investigação, para não dizer que é sem lei, torna-se a terra do caos.</p>
<p class="MsoPlainText" style="text-align:justify;">Porém estimado, não quero falar de violência, isso nossos veículos de comunicação consegue vender. Antes 15 minutos de fama era quando alguém fazia algo excepcional, hoje quando mata-se, vira-se manchete, dando-se assim pedigree aos vermes.</p>
<p class="MsoPlainText" style="text-align:justify;">Por mais que eu circule e questione aos competentes taxistas de minha cidade, onde estão os guardas de trânsito, a resposta é sempre a mesma estão na Avenida Conde da Boa Vista e Agamenom Magalhães.</p>
<p class="MsoPlainText" style="text-align:justify;">São sem dúvidas as duas maiores vias de circulação da cidade, contudo é injusto que os tais guardas fiquem um em cima do outro.</p>
<p class="MsoPlainText">A Avenida Caxangá e a Avenida Norte desde que o município assumiu a responsabilidade pelo trânsito não são mais fiscalizadas pelos mesmos de forma eficiente, isso <span> </span>tem promovido uma sensação de liberdade exacerbada pelos motorista e o pior é que soma-se ao ineficiente e pré-histórico sistema de sinais destas vias.</p>
<p class="MsoPlainText" style="text-align:justify;">Sinais bonitos e mensagens nos mesmos que até distraem os de leitura mais lenta são fascinantes, contudo a figura humana do guarda de trânsito para acelerar, agilizar é importante, viu gestor/a municipal<span style="color:red;">.</span></p>
<p class="MsoPlainText" style="text-align:justify;">Vamos fazer uma distribuição desses louváveis guardas municipais pelas vias da cidade, e não apenas para consertar a obra, ou obra para não dizer outra coisa em relação a Av. Conde da Boa Vista.</p>
<p class="MsoPlainText" style="text-align:justify;">Procura-se guarda de trânsito que agilize o trânsito de uma cidade congestionada, alguém de pura alma, que gere paz em muitos  corações. Talvez montaríamos uma brigada, já que a ineficiência estatal amplia-se.</p>
<p class="MsoPlainText" style="text-align:justify;">É num Estado ineficiente, o cidadão vira até voluntário. Ah, se você que ser voluntário seja, o que eu quero mesmo é que o município tenha a devida responsabilidade. Posso até apoiar de forma paliativa, contudo que o governo, encontre gente competente e resolva o caos dessa &#8220;locoutropole&#8221; &#8211; é uma nova palavra do meu vocabulário, o que seria da língua se não fosse os criativos, assim entenda-se por loucotropole é a metrópole que tem um sistema de uso louco, e nesta suas criaturas tem doses diárias para chegar a loucura.</p>
<p class="MsoPlainText">Felicidades</p>
<p class="MsoPlainText">Cristiano Cardoso</p>
<p class="MsoPlainText"> </p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/linguaferina.wordpress.com/3/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/linguaferina.wordpress.com/3/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/linguaferina.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/linguaferina.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/linguaferina.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/linguaferina.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/linguaferina.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/linguaferina.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/linguaferina.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/linguaferina.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/linguaferina.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/linguaferina.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/linguaferina.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/linguaferina.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/linguaferina.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/linguaferina.wordpress.com/3/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=linguaferina.wordpress.com&amp;blog=4562341&amp;post=3&amp;subd=linguaferina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Seja Bem vindo/a</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 12:29:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>linguaferina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boas Vindas]]></category>
		<category><![CDATA[boas vinda]]></category>
		<category><![CDATA[introdução]]></category>
		<category><![CDATA[welcome]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiba que estou bem feliz em tê-lo como visitante aqui, espero que está seja a primeira de muitas visitas. Esse blog foi intitulado de língua ferina, pois aqui ou acolá, como cá nas bandas do Nordeste Brasileiro minha mãe sempre chamou a atenção para a minha língua ferina. Língua que as vezes declara revolta ao [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=linguaferina.wordpress.com&amp;blog=4562341&amp;post=1&amp;subd=linguaferina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoPlainText">Saiba que estou bem feliz em tê-lo como visitante aqui, espero que está seja a primeira de muitas visitas.</p>
<p class="MsoPlainText" style="text-align:justify;">Esse blog foi intitulado de língua ferina, pois aqui ou acolá, como cá nas bandas do Nordeste Brasileiro minha mãe sempre chamou a atenção para a minha língua ferina.</p>
<p style="text-align:justify;">Língua que as vezes declara revolta ao sistema social, ambiental, político, pessoal e o escambal (acho bom ter um dicionário Pernambuquês). Esse tal de escambal acho que nem registro tem por ai, contudo é de uso popular, são oralidades da vida conecta as raízes, sem muito florido.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="display:inline-block;"><span class="fsgtexto">Nesses 33 anos de vida, os amigos, os pais, a esposa, as filhas e aqueles que estabeleceram diálogos comigo perceberam o senso crítico. <span class="fsgerrosintatico">Senso que</span></span><span class="fsgtexto"> a cada dia é corrompido pelo sistema e velocidade de um mundo louco.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;">Assim, aqui entre questões do cotidiano tentarei retratar, questionar, propor e reclamar do meu, do teu, do nosso ambiente.</p>
<p style="text-align:justify;">Eis que teremos um diário sobre reflexões, descrições, imagens, um registro deste sombrio e alucinante mundo. Isso aqui será para mim, um divisor de águas para não deixar que a tolice social e pessoal venha me corromper.</p>
<p style="text-align:justify;">Assim de banalidade em banalidade, de seriedade em seriedade, vou não vou, falo e falo, falo Mãe, amigo, não para magoar, porém para explicitar, ironizar, desabafar e questionar para evoluir.</p>
<p class="MsoPlainText" style="text-align:justify;">Aproveito para agradecer ao amigo Samarone Lima, escritor de primeira apesar de que o time dele é de quarta, e que mantém o blog (www.estuario.com) que possibilitou motivar-me a resgatar o prazer de escrever.</p>
<p class="MsoPlainText">Felicidades a todos(as)</p>
<p class="MsoPlainText">Cristiano  Cardoso</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/linguaferina.wordpress.com/1/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/linguaferina.wordpress.com/1/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/linguaferina.wordpress.com/1/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/linguaferina.wordpress.com/1/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/linguaferina.wordpress.com/1/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/linguaferina.wordpress.com/1/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/linguaferina.wordpress.com/1/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/linguaferina.wordpress.com/1/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/linguaferina.wordpress.com/1/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/linguaferina.wordpress.com/1/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/linguaferina.wordpress.com/1/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/linguaferina.wordpress.com/1/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/linguaferina.wordpress.com/1/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/linguaferina.wordpress.com/1/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/linguaferina.wordpress.com/1/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/linguaferina.wordpress.com/1/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=linguaferina.wordpress.com&amp;blog=4562341&amp;post=1&amp;subd=linguaferina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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